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Conheça os motivos que impulsionaram a criação da UniPROF

A UniPROF – A Universidade da Profissão, foi um sonho torto, que começou junto com a inquietação de alguns profissionais. “Torto, você diz?” Sim, senta aqui comigo que te explico o porquê.

Falamos tanto em “apagão de profissionais”, mas quem foi lá e acendeu uma lâmpada que seja?

Há tempos que falamos que o “Brasil sofre um apagão de profissionais”.

Na verdade, com exceção de alguns poucos países, o mundo vive uma profunda transformação do paradigma da mão-de-obra. A quarta revolução industrial a qual vivemos tem alterado drasticamente as relações de trabalho.

Se antes era necessário às empresas centenas de pessoas para serviços operacionais, administrativos, hoje boa parte deste esforço tem sido automatizado.

Você já viu algum anúncio, nos últimos dias, procurando datilógrafo? Nem em um escritório vintage…

O apagão já dura tantos anos, e enquanto sociedade, esperamos uma luz no fim do túnel.

Uma solução mágica dos céus, ou do Estado, que seria capaz de milagrosamente proporcionar mão-de-obra qualificada como o nascer do sol.

Amanhã, há de ser um novo dia, da mais pura alegria, que alguém possa imaginar. Muita luz do sol, e muita mão de obra qualificada.

Não, tal sonho não ocorrerá por meio de mágica. Nem dos céus, nem do Estado.

Por que este problema existe?

Sim, concordamos que o “apagão de mão-de-obra qualificada” é um problema mundial.

O avanço da tecnologia, a defasagem dos currículos educacionais e a incapacidade de conectar a realidade da escola com o mundo são alguns dos problemas.

É a “escola” que não educa corretamente, o “Estado” que não oferece condições. Não atribuímos essa responsabilidade a nós mesmos. Uma lástima!

O problema existe porque ninguém resolveu tratar seriamente a questão, e principalmente de forma articulada.

Profissionalizar exige uma compreensão coletiva, ou uma cultura, de que todos merecem ter um ‘saber-fazer’ que lhe seja atribuído, um conhecimento que ninguém jamais poderá lhe subtrair.

Uma sociedade rica não é aquela que mais dispõe de recursos materiais ou naturais, mas sim a que mais produz e divide equitativamente o conhecimento.

Alguns países entenderam isso, e trataram de profissionalizar as pessoas rapidamente. Em sequência de uma jornada formativa, trataram de qualificar e aperfeiçoar esse trabalhador.

Se a sociedade compreende isso como cultura, e cria um ambiente para que este trabalhador possa produzir e se servir desta produção, faz sentido ensinar a pescar.

Só o fato de ensinar a pescar, para depois lhe roubar os peixes – aí não!

Agora, eu te conto um pouco sobre a UniPROF

Aqui, chegamos em uma parte importante: a Universidade da Profissão é um ideia-ação que busca profissionalizar pessoas, para que estas possam ter um saber-fazer que lhe dê autossuficiência e possibilidades.

Profissionalizar é muito diferente do que apenas um título, ou atribuir uma técnica. Ser um profissional é saber atuar com competência, dominar o processo e ter consciência do que faz.

Já faz (muito) tempo que superamos um modelo econômico que busca alienar as pessoas em uma atividade – precisamos mergulhar coletivamente na fase do conhecimento.

A UniPROF – Universidade da Profissão chega a este ponto. Estamos diante de desafios como o de Joana, 35, que se matriculou no curso de cabeleireiro e pretende ampliar as atividades que já exerce no próprio salão (hoje, ela faz “apenas” sobrancelhas). Ou do jovem Mário, 23, que começou o curso de churrasco e pretende aumentar a renda aos finais de semana, trabalhando eventualmente em um bairro vizinho ao que mora.

A UniPROF é destas e para estas pessoas. Trabalhar todos os dias, incansavelmente, para que todos possam conquistar para si o direito de um saber-fazer, se aperfeiçoar, tornar-se reconhecido por isto e valorizados.

A Universidade da Profissão quer compartilhar formação e um saber-fazer, e com isso levar autoestima, confiança e qualidade para as pessoas.

Ainda sentado no sofá? Te digo mais então

Talvez, o maior avanço que demos enquanto sociedade foi a consciência de que existe um apagão. E que muitas pessoas já saibam que a solução não será mágica, nem simples.

Mas é necessária. Este sonho, “entortado” pelas injustiças e desigualdades, precisa de mais gente para se tornar realidade.

Então, sobre o apagão, te convido: vem com a gente, e vamos iluminar tudo que tem aqui e acolá.

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